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18/11/2010
- PEDÁGIOS NAS CIDADES SEDES
Para o coordenador da Frente Parlamentar Contra a Prorrogação dos
Contratos de Pedágios, deputado estadual Francisco Appio, a maior
distorção deste modelo privado está nos preços e na tarifa cheia
para pequenas distâncias que os moradores das cidades sedes
precisam pagar.
"Para corrigir esta injustiça, legislamos em 2000, com a Lei
11.460, revogada por outra lei do lobby das concessionárias, após
84 dias de vigência", explica Appio. A iniciativa do parlamentar
foi questionada na justiça, com Ação das Concessionárias, ainda em
tramitação, apesar do compromisso de retirá-la no "zeramento do
passivo judicial", embutido no Aditivo de dezembro 2000.
Em 2007, depois do mandato federal e retornando à Assembleia
Legislativa, Francisco Appio reapresentou o projeto e para evitar
questionamentos jurídicos propôs "a isenção dos moradores das
cidades sedes, das futuras concessões, sem alteração dos contratos
atuais".
O Projeto de Lei 127/2007 está pronto e com tramitação concluída,
à espera de Acordo dos Líderes para ser votado.
"Se não votarmos até 22 de dezembro, o projeto será arquivado, por
duas razões: fim da 52ª Legislatura e não reeleição do autor”,
comenta Appio.
O Jornal Pioneiro
(13/11) destacou página inteira na abordagem do tema, que
reproduzimos a seguir.
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