|
11/08/2009 -
o SAMU DE VACARIA
Contemplado com duas ambulâncias, uma delas com UTI, Vacaria ainda
não pode contar com os extraordinários serviços do SAMU – SERVIÇO DE
ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA, por razões burocráticas. Como em
outros 20 municípios do Estado, dos 32 veículos enviados, 20 estão
parados. No SAMU o desembolso da União é de 50% dos serviços, o
Estado paga 25% e o Município os outros 25%, para a prestação de
serviço de atendimento direto, com médicos e para-médicos no próprio
local. A maioria dos casos são resolvidos ali mesmo, na ambulância.
Faltou lembrar que em 2005 apresentamos Emendas de Bancada para a
Saúde de Vacaria (arco cirúrgico e outras). O vice-prefeito da época,
Romeu Biazus, negociou com a Casa Civil a transformação dos
recursos na implantação do SAMU. Assinei oficio concordando com o
remanejamento proposto e, finalmente, executado.
As ações pela saúde não param. Ontem (10/08) conferimos em Brasília o
andamento dos projetos do Hospital Nossa Senhora da Oliveira com
Emendas Parlamentares (500 mil do deputado Renato Molling e 300 mil
do deputado Afonso Hamm).
A
iniciativa privada e o Hospital implantaram a nova UTI, com
complexidade média já em funcionamento, conveniada pelo SUS e
Ministério da Saúde. O Governo do Estado liberou importantes
parcelas da Consulta Popular para os Hospitais da Região.
Por sua vez, o prefeito Elói Poltronieri assinou neste ano o convênio
com o Ministério da Saúde e com o Secretario Estadual da Saúde, Osmar Terra, para a implantação de uma das 13 Unidades de
Pronto Atendimento, no Estado.
O
jornal Zero Hora de hoje informa que as duas ambulâncias estão
paradas nas garagens da Prefeitura de Vacaria, desde junho do ano
passado.
Clique aqui e leia a matéria publicada na Zero Hora do dia
11/08/2009.
|