12.03.2008 - REUNIÃO DA FRENTE DISCUTE ESTRATÉGIAS

 

A FRENTE PARLAMENTAR CONTRA A PRORROGAÇÃO DOS CONTRATOS DE PEDÁGIOS reuniu a equipe de assessores que integram o núcleo permanente de discussão de estratégias, para evitar que os contratos sejam prorrogados à revelia do parlamento gaúcho. 

Foram avaliadas como insuficientes às medidas tomadas pelo governo após CPI dos Pedágios. Afora a substituição do Diretor de Concessões do DAER, nada mais aconteceu.

*           A FPCPCP continuam aguardando explicações da AGERGS sobre a destituição da servidora que denunciou o descumprimento dos contratos pelas concessionárias em 2005.

*           Registrada com ressalvas a implantação do controle on line de veículos que trafegam pelas praças de pedágios. Algumas delas não implantaram o serviço.

*           Saudada a aprovação do Parecer Favorável do dep.Adroaldo Loureiro ao PL 215/2006( Adilson Troca-PSDB)  na Comissão de Constituição e Justiça “que dá livre circulação aos veículos emplacados nas  cidades sedes de praças de pedágios”. Com Parecer Favorável da CCJ, o PL está na Comissão de Serviços Públicos e irá ao Plenário em Abril.

*           Deputados criticam o Executivo, por não responder  os pedidos de informações e reiteram a necessidade da CPI do DAER para dar prosseguimento às investigações sobre o Programa Estadual de Concessões Rodoviárias.

*           Parlamentares criticaram a nova onda de boatos que vinculam a prorrogação de contratos, com o jamais revelado e misterioso programa “Duplica RS”.

*           A FPCPCP revela sua preocupação com a falta de informações sobre a chamada “Indenização milionária, da Ação Indenizatória contra os efeitos da Lei 11.460”.

A decisão em 1º Grau foi em 2.000, confirmada pela 2ª Câmara do TJ em 11/2002. A sentença não foi divulgada, mas as concessionárias usaram como argumento para prorrogar os contratos.

Em março de 2007, pedimos informações ao Poder Judiciário, que na fase de “Liquidação de Sentença”, nomeou PERITO para calcular as alegadas perdas pela isenção das placas das cidades sedes, por 84 dias.

Decorridos mais de doze meses, o PERÍTO indicado não apresentou seu laudo.

Em setembro/2007, a 7ª Vara da Fazenda Pública determinou sua conclusão.

PETICIONAMOS em juízo, para obter cópias do processo movido pelas Concessionárias contra o Estado. Houve ameaça de busca e apreensão dos levantamentos periciais.

Aguardamos providências do Tribunal de Justiça.

Afinal, de quanto é “a indenização milionária” que assusta os novos governantes, a ponto de reconhecerem como indispensável a prorrogação dos contratos ?

Todos são convidados para o ENCONTRO DE ASSOCIAÇÕES DE MOTORISTAS, em Flores da Cunha, sexta-feira 14 de março de 2008.