Declarou que o grupo Univias é constituído por
três concessionárias, sendo que o controle
acionário do Univias era dividido por quatro
empresas, três gaúchas e uma paranaense, e, que
no ano de 2006, um grupo empresarial de São
Paulo, constituído pelas empresas Bertin-Equipav,
assumiu o controle acionário da Univias, com
75,5% de suas ações, permanecendo no grupo com
24,5% de ações a empresa nossa, gaúcha, Toniolo
Busnello;
Afirmou que as tarifas dos veículos pesados –
como os caminhões –, tiveram no ano 2000,
através do Termo Aditivo, primeiro um decréscimo
de tarifa em relação ao pactuado, mas, ao longo
de três anos, uma recuperação paulatina de tal
forma que, a partir desses três ou quatro anos,
a tarifa desses veículos pesados está na faixa
de 3% acima do contrato original e, se fizermos
uma média tarifária (já que caminhões e veículos
pesados correspondem na receita com quase 50% do
programa), poderia se dizer que as tarifas
estão, em média, 19% a maior do que pactuadas
inicialmente;
Declarou que atualmente as tarifas estão sendo
cobradas conforme consta em contrato, o que
contraria em parte as alegações de desequilíbrio
contratual;
Afirmou que algumas obras não foram executadas,
como intercessões, terceiras faixas, etc...
Confirmou que não são todos os Pólos que possuem
balanças de pesagem, mas parte deles somente, e
que o problema seria de fiscalização da Polícia
Rodoviária Federal;
Declarou que o DAER não recebe on-line as
informações acerca do movimento e passagem de
veículos pelas praças de pedágio, que as
concessionárias poderiam aprimorar o sistema
para implementar as informações on-line,
mas que não o fazem;
Declarou que foram investidos R$ 34.000.000,00
aproximadamente em publicidade;
Declarou que com o termo aditivo nº. 1, houve
uma reposição tarifária, o que gerou um aumento
na receita das concessões na ordem de 19%.