Resumo das notícias do S.0.S. Caminhoneiro – 10.06.06

O roubo de cargas no país pode ter ligações com o PCC. A conclusão é da Secretaria da Segurança do estado de São Paulo.
Neste primeiro trimestre, 1061 assaltos foram registrados – uma média diária de 12 assaltos.
Ainda conforme o delegado Antônio Celso dos Santos, o PCC passou a concentrar o alvo de suas ações em cargas de valores tanto parta financiar as ações da organização como para criar um ganho excedente.
O faturamento extraordinário permite ao PCC financiar a compra de armas, munição, sistema de comunicação, transferência de presos e transporte.


O Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) suspendeu os protestos previstos para terem acontecido no sábado passado, dia 10, em praças de pedágio do RS, incluindo Carazinho.
O presidente Manoelito Savaris informou que a medida deve-se ao “desvio de propósitos que teria sido dado por alguns, que tentaram vincular os protestos à político-partidária”. O dirigente informou que recebeu 02 notificações extrajudiciais e 05 notificações judiciais exigindo o cancelamento do protesto.

Em entrevista para o Programa Realidade, da Rádio Alvorada, Manoelito Savaris garantiu que as medidas judiciais foram acatadas, porém, o MTG permanece “inconformado com os preços dos pedágios e com a possibilidade das concessionárias renovarem os contratos com o Estado”.

O juiz Federal de Uberlândia-MG, recebeu denúncia do Ministério Público Federal contra dois empresários e um motorista por quatro diferentes crimes por falsificação de notas fiscais para burlar a fiscalização do excesso de peso transportado nas rodovias federais.
O caminhão flagrado pela PRF conduzido pelo motorista denunciado, apresentava nota que não retratava o peso real da carga e ao ser conduzido à balança para fazer a pesagem, constatou-se que o motorista portava duas notas fiscais relativas àquela carga.
Ao tomar ciência do fato, o Ministério Público Federal requisitou à Receita Estadual que realizasse uma fiscalização na empresa para verificar se o fato consistia em prática rotineira dos seus proprietários.
Ao final, comprovou-se a fraude. As notas eram emitidas na mesma data de saída para o mesmo destinatário e transportadas pelo mesmo motorista, que exibia ambas as notas se fosse abordado por fiscais da Receita Estadual, omitindo, porém, a que comprovava o excesso de peso, no caso de ser abordado pela Polícia Rodoviária.
O Ministério Público considera que os denunciados, além de cometerem o crime de falsidade ideológica e de uso de documento falso, expuseram a vida e a saúde de outras pessoas a perigo direto e iminente.
O MPF pede que os réus respondam 31 vezes pelos crimes (foram 31 notas fiscais em duplicidade apreendidas pela fiscalização).



 

 

Francisco Appio - Deputado Federal - PP/RS

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