Resumo das notícias do S.0.S. Caminhoneiro – 07.09.06

   As concessionárias responsáveis pelas rodovias pedagiadas no Rio Grande do Sul – recomenda aos seus usuários que evitem os horários de pico na estrada durante o feriado prolongado da Independência. Ass empresa iniciam também uma operação para controlar o elevado fluxo de veículos; esta começou na quarta-feira e termina no domingo.
Várias viaturas ficarão responsáveis pelo monitoramento das rodovias durante o feriado. As empresas reforçarão também seu efetivo, entre agentes de atendimento, médicos e enfermeiros. Haverá atendimento de emergência 24 horas. A recomendação é que usem o cinco de segurança, não abusem da velocidade e cuidem nas ultrapassagens.
Por sua vez as Polícias Rodoviárias Federal e Estadual também exercerão fiscalização, principalmente nas estradas que demandam ao litoral Norte e Serra gaúcha.

A Câmara Técnica de Comercialização e Tarifas do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística do Rio Grande do Sul (SETCERGS) está anunciando um repasse de 4,08% nos preços dos fretes. A decisão ocorreu em reunião da Câmara Técnica nesta segunda-feira.
A orientação é para que as empresas repassem o Índice Nacional da Variação de Custos do Transporte Rodoviário de Cargas, índice que mede a evolução de todos os custos dessa atividade, incluindo transferência, administração, coleta e entrega, impostos, entre outros.
Durante o governo do presidente Lula ( janeiro de 2003 a agosto de 2006) os custos do setor acumulam aumentos de 43,40%, conforme dados apurados pela Fipe. "Neste período o setor está trabalhando com margem irrisória de rentabilidade e não existe mais como absorver seus custos, sem que sejam repassados imediatamente", afirma Sérgio Neto, presidente do SETCERGS. Segundo ele existe um consenso para a recuperação dessas perdas, conforme orientação da Câmara Técnica de Comercialização e Tarifas da Entidade, reiterando que isso se faz necessário nesse momento.
Além de não repassar este aumento ao mercado, o setor tem sofrido prejuízos com a não cobrança de algumas taxas que deveriam remunerar a reentrega, armazenagem, gerenciamento de riscos, dificuldade de entrega, entre outras. “O não repasse integral e a não cobrança dessas taxas, jogaram para baixo a rentabilidade do setor, que não suporta mais conviver com aumentos constantes em seus custos e uma carga tributária absurda” diz Sérgio Neto.


 

 

Francisco Appio - Deputado Federal - PP/RS

Câmara dos Deputados - Anexo IV - Gab. 936
CEP 70160-900 - Brasília/DF
Fone: 61-215-55936 / Fax: 61-215-2936
Ligação Gratuita: SOS Caminhoneiro: 0800-642-1122
Fale Direto com o deputado: 51-9123-1122 / 54-9123-1122
E-mail: dep.franciscoappio@camara.gov.br ou appio1122@ibest.com.br