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Dados Gerais
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Prefeito Municipal: Marcos Canali
» População Total (2003): 2.943 habitantes
» Área (2003): 235,7 km²
» Densidade Demográfica (2003): 12,5 hab/km²
» Taxa de urbanização (2003): 37,8 %
» Taxa de analfabetismo (2000): 12,10 %
» Expectativa de Vida ao Nascer (2000): 69,24 anos
» PIBpm(2002): R$ 24.741.829
» PIB per capita (2002): R$ 8.541
» IDESE (2001): 0,643
» Data de criação: 9/5/1988 (Lei nº . 8612)
» Munícipio de origem: Lagoa Vermelha, Ibiaçá, Ciríaco e Ibiraiaras
Link : http://www.caseiros.rs.gov.br
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O município de Caseiros foi emancipado em 1989 e hoje conta com uma população de cerca de 2.900 habitantes. Localizada na Região Noroeste do Rio Grande do Sul, o nome dado ao município tem origem no Governo Imperial, que loteava terras para soldados que garantissem a guarda daquela Região contra os inimigos portugueses. Esses ‘fazendeiros’ eram conhecidos como os ‘caseiros daquelas terras’. No campo econômico, a cidade é destaque no setor agropecuário, contribuindo, nesta área, com R$ 10.126.928, conforme o último calculo da FEE/RS, de 2001. Na última eleição do município, o vitorioso do pleito foi Marcos Canali, eleito com apenas 30 anos de idade, pelo Partido Progressista.
Tendo a origem de seu nome derivada da batalha de
Monte Caseros, Argentina, o município de Caseiros
por si só, carrega uma incontestável riqueza
histórica, advinda junto a sua formação; em
especial, quando da instalação da Colônia Militar
de Monte Caseros, no antigo mato português, hoje
Caseiros, em 1859, destinada aos soldados
brasileiros que haviam servido o exército.
Ao completarem – se 154 anos da célebre luta, é
possível resumidamente relatar a Batalha de Monte
Caseros, conforme fonte militar.
“Travada em 3 de fevereiro de 1852, a Batalha de
Monte Caseros, foi o marco da derrota de Juan
Manuel Ortiz de Rosas, ditador da Argentina,
frente as forças aliadas compostas de brasileiros,
uruguaios e argentinos”.
Rosas propunha anexar o Uruguai, o Paraguai e o
Sul do Brasil, reconstituindo o Vice-Reino do
Prata. Para isso já colocara no poder no Uruguai o
seu preposto Manoel Oribe, apenas Montevidéu,
sitiada, resistia.
Após bloqueios navais frustados de Inglaterra e
França contra Bueno Aires, o Brasil passou a
adotar medidas concretas contra Rosas. Assinou, em
maio de 1851, um tratado, com Justo José Urquiza,
governador da província argentina de Entre Rios, e
com os uruguaios opositores de Oribe, com vistas a
derrubar este do poder. Em outubro, o objetivo já
fora atingido; Oribe era deposto. Restava Rosas.
Em novembro, foi assinado novo acordo para
derrubar Rosas. O então Conde de Caxias,
comandante das forças do Brasil, ficou em
Montevidéu com 12.000 brasileiros, prontos para
intervir por mar.
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