RS122/TREVO DE CAXIAS

Na interseção da RS122 (Rodovia Synval Guazzelli) com a RS453 (Rota do Sol-Rodovia Euclides Triches), a Concessionária Convias suspendeu as obras do trevo Caxias/Flores da Cunha, um antigo problema para automóveis e caminhões. Há mais de onze anos as duas rodovias foram concedidas pelo Estado, porém sem os trechos urbanos que faziam parte do Programa de Travessias Urbanas (Governo Britto) contratado junto ao BIRD em 1998. O financiamento foi suspenso pelo governo Olívio Dutra e os trechos urbanos foram assumidos pelas concessionárias, em troca da cobrança bidirecional (ida e volta) em 2000, pelo Aditivo 1 que alterou os contratos de concessão. Em 2008, o atual governo tentou a prorrogação dos contratos, incluindo as obras da interseção de Caxias, como compensação, o que foi rejeitado pelo povo e pela Assembleia Legislativa. O projeto já estava em execução, cabendo ao DAER a sua conclusão imediata com recursos do Tesouro do Estado. Pelo Aditivo 1 (2000) as concessionárias estão obrigadas à conservação e melhorias, mas dispensadas de investimentos.  

A confusão começou no próprio anúncio das obras, com as placas indicativas das obras, denunciada pelo deputado Francisco Appio à página 12 da publicação "PEDÁGIOS – EIXO SUSPENSO " sobre pedágios, disponível em www.appio.com.br

Presidente da Frente Parlamentar Contra a Prorrogação dos Contratos de Pedágios, Francisco Appio reitera que o programa original com a cobrança unidirecional garantia uma tarifa a cada 100 km, modificidade das tarifas, fiscalização do DAER, controle e regulação da AGERGS, mas nada disso acontece agravado pela alteração dos contratos em 2000, para atender a um suposto desequilíbrio, zeramento de ações judiciais e transferência dos perímetros urbanos 61 km nos 7 Pólos do Programa Estadual, que vence em 2013.