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Este espaço está reservado para o seu município. Ajude-nos a divulgá-lo. Envie fotos e textos para o E-mail gab.franciscoappio@al.rs.gov.br ou appio11222@ibest.com.br  

 

  ANTÔNIO PRADO 

 

Após o sucesso da colonização italiana em Caxias do Sul, em 1885, escolheram a ergião chamada "Terras Particulares" para a nova Colônia de Antônio Prado, em homenagem a um conselheiro paulista. Em 1889, já estava organizada a primeira cooperativa de consumo. Um ano depois, esas colônia foi anexada ao vizinho município de Vacaria, situação que durou 9 anos.

Foi o Dr. Júlio de Castilhos, como Governador do Estado, que através de decreto, separou Antônio Prado de Vacaria.

  ANDRÉ DA ROCHA 

 

Em 18 de janeiro de 1926, em homenagem ao primeiro Juiz da Comarca, do município de Lagoa Vermelha, além de dar o nome de André da Rocha ao Distrito conhecido como "Fábrica", era inaugurado no salão nobre da Prefeitura de Lagoa Vermelha um retrato, onde até 1956 funcionou o Fórum. Dr. Manoel André da Rocha foi o primeiro magistrado da Comarca de Lagoa Vermelha, era natural do Estado do Rio Grande do Norte e contraiu matrimônio com uma filha do Dr. Jorge Guilherme Moojen, morador de Lagoa Vermelha. O Juiz André da Rocha, durante a revolução de 1893, participou ativamente da defesa da cidade de Lagoa Vermelha que havia se tornado reduto republicano.

  CAMBARA DO SUL

 

Além de ser conhecida como a "Terra dos Cânions" a pequena Cambará do Sul é campeã no ranking de baixas temperaturas. No inverno está sempre entre os lugares mais frios do País. Como uma típica cidade de interior esta também conserva hábitos antigos, como a reunião familiar e de amigos na cozinha, ao redor do fogão à lenha. Nas épocas frias, o pinhão na chapa é o tira gosto do gaúcho serrano. Claro, acompanhado sempre de um gostoso chimarrão. E para essa bebida não importa se faz frio ou calor. É hábito! Coisa de gaúcho!

  CASEIROS

 

O município de Caseiros foi emancipado em 1989 e hoje conta com uma população de cerca de 2.900 habitantes. Localizada na Região Noroeste do Rio Grande do Sul, o nome dado ao município tem origem no Governo Imperial, que loteava terras para soldados que garantissem a guarda daquela Região contra os inimigos portugueses. Esses ‘fazendeiros’ eram conhecidos como os ‘caseiros daquelas terras’. No campo econômico, a cidade é destaque no setor agropecuário, contribuindo, nesta área, com R$ 10.126.928, conforme o último calculo da FEE/RS, de 2001. Na última eleição do município, o vitorioso do pleito foi Marcos Canali, 30 anos, do Partido Progressista.

  CAMPESTRE DA SERRA

 

O município de Campestre da Serra nasceu no 3° Distrito de Vacaria, com sede em São Manuel. A construção da rodovia BR-116 provocou o deslocamento da população de São Manuel, junto à estrada Rio Branco, para a localidade de Campestre, junto à BR-166, que cresceu rapidamente até tornar-se sede municipal, à razão em que a outra se esvaziava. Inicialmente denominada "Vila Korff", nome do primeiro colonizador, o povoado viveu novo surto de crescimento com a inauguração da "Ponte de Korff", ocorrida a 15 de fevereiro de 1907.

  CAXIAS DO SUL

 

Após as lutas da unificação italiana (1870), os colonos daquele país necessitavam de terras para agricultura, pois os prejuízos foram enormes. Paralelamente, o Imperador D. Pedro II resolveu trazer para o Sul imigrantes italianos. Em 1875, chegaram a Porto Alegre as primeiras famílias vindas da Itália. Foram levadas para o antigo Porto Guimarães, hoje cidade de São Sebastião do Caí. Subindo o rio Caí, chegaram ao chamado "campos dos Bugres". O Ato n° 257, de 20 de junho de 1890, criou o novo município, sob a denominação de Caxias.

  ESMERALDA

 

Esmeralda, quando Vila denominava-se São João Velho. São João por ser o Santo Padroeiro, e Velho por ser o sobrenome do doador do terreno da praça - Antônio Joaquim Velho. Pelas pesquisas, concluímos que a primeira denominação desta região foi fazenda São João. Mais tarde, passou a chamar-se Vila Esmeralda, pois o médico que atendia a localidade (por volta do ano de 1900), Dr. Antônio Dias Fernandes, quando atendia os doentes, dizia: "Quando um dia mudarem o nome de São João Velho, troquem por Esmeralda, devido a beleza de seus campos ondulados, suas matas abundantes e seus pinheiros verdejantes e também porque é esta pedra preciosa verde, que é a esmeralda do meu anel". 

  FLORES DA CUNHA

 

Com cerca de 23,6 mil habitantes, Flores da Cunha está situada na região nordeste do estado do Rio Grande do Sul e sua origem remonta à imigração e colonização italianas do final do século XIX.
Liderando a produção nacional de vinho, o município é também o segundo pólo moveleiro gaúcho e se situa entre os municípios de elevados índices sócio-econômicos e de qualidade de vida.
Veja as fotos já disponíveis.disponíveis.

  IPÊ

 

A exuberante árvore do Ipê, tão abundante na região de Vacaria, deu origem ao nome do novo Município. O Distrito surgiu das tropeadas. Muitos gaúchos desciam de Vacaria trazendo o gado para vender em outras regiões e paravam na localidade de Ipê. A história do município de Ipê, inicia-se no final do século XIX (1880), com a passagem e pouso de tropeiros que partindo dos campos de vacaria se dirigiam pela Serra do Rio das Antas rumo a São Leopoldo. 

  JAQUIRANA

 

Jaquirana, cidade situada a nordeste do estado, nos Campos de Cima da Serra, distante a 212km de Porto Alegre, com uma área equivalente a 907,936km2.
Em Jaquirana sempre está acontecendo trilhas a pé, a cavalo, de jipeiros, de motoqueiros, cavalgadas de grupos e outras

Conheça mais sobre o Município. 

  GUABIJU

 

Pela Lei municipal º 41, de 25 de novembro de 1948, se transformou em Distrito de Nova Prata, sendo instalado no dia 31 de janeiro de 1949.
A primeira sociedade foi fundada no dia 20 de setembro de 1964 denominada Sociedade Bochófila Guabijuense. A sociedade organizada e orgulhosa com seu crescimento, resolve no ano de 1981, entrar com o pedido de emancipação na Assembléia Legislativa do Estado do rio Grande do Sul.

Conheça mais sobre o Município. 

  LAGOA VERMELHA

 

O símbolo de Lagoa Vermelha é justamente a ‘lagoa vermelha. O nome da cidade foi dado pelos tropeiros para identificar locais de seus roteiros e teve como origem a lagoa de águas avermelhadas. A grande maioria da população (cerca de 28 mil habitantes) são produtores rurais. Em Lagoa encontram-se extensas e belas paisagens rurais (trigo, soja, milho e maçã).

Contribua com o nosso acervo, enviando fotos para o email: gab.franciscoappio@al.rs.gov.br ou appio11222@ibest.com.br  

  MONTE ALEGRE DOS CAMPOS

 

Monte Alegre, tem sua origem no final do século passado, quando em 1820, foi fundada a Capela Nossa Senhora da Luz. Em 1917, o povoado foi elevado à categoria de distrito, passando a denominar-se Vila Esteira. Conta a história que, certo dia, um tropeiro chamado Pedro Zamban, de passagem pela localidade, resolveu dar uma parada nas terras de Valentín Vieira, onde havia um pequeno monte, com belas pastagens, verdes e brilhantes, que reluziam ao sol, destacando belos animais que pastavam ao entardecer. Chamou-lhe a atenção que os animais, formados por belos eqüinos, entre machos e fêmeas, estavam livres e em paz com a natureza, lhe parecendo como se estivessem "alegres" e contentes por estarem ali. Esse fato lhe deixou muito feliz, porque, além da hospitalidade de seu anfitrião e de sua família, aquele lugar era belíssimo, o deixando com uma paz de espírito enorme.

  MUITOS CAPÕES

 

O município de Muitos Capões (com cerca de 2.962 habitantes conforme o levantamento de 2003), terá seu Centro de Eventos iniciado ainda neste ano. O projeto da prefeita Mara Barcellos terá verbas federais, através de Emenda Parlamentar. Enquanto isso, a comunidade discute qual o símbolo do município.

  NOVA PÁDUA

 

Com 2.444 habitantes, o município está situado entre as montanhas da Serra Nordeste do Rio Grande do Sul. O povo paduense descende de imigrantes italianos provindos da região do Vêneto nos meados de 1890. Esses Imigrantes lançaram no solo a semente que hoje Nova Pádua colhe com orgulho. As festas de colônia, a gastronomia, os jogos, a música, os atrativos naturais e culturais, paisagens bucólicas, aguardam pela visita de quem gosta de desfrutar de momentos inesquecíveis, vivendo a simplicidade da vida na colônia. O atual prefeito, Ivo Sonda, faz a primeira viagem do mandato. Estará em Brasília entre os dias 28 e 31 de março. Acompanhado pelo deputado Francisco Appio, pleiteará recursos para o município junto aos gabinetes e ministérios.

  PASSO FUNDO

 

Era uma passagem afundada no rio Jacuí, perto desta cidade. Passo Fundo, conservando o batismo que lhe foi dado pelos índios colorados, é chamado GOYO-EM, palavra composta que na língua dos mesmos significa muita água, rio fundo e, portanto, por analogia, se pode também traduzir por Passo Fundo.. Remonta o nome desta cidade aos velhos dias em que, para evitar a volta e demais inconvenientes da antiga estrada por Viamão e Santo Antônio da Patrulha, os tropeiros entraram pela campanha, ainda deserta, fazendo o trajeto da viagem do sul riograndense para São paulo e vice-versa, passando por aqui. Ao vão que hoje chamamos Passo, estendeu-se o nome ao rio respectivo e ao lugar da cidade, originada muito depois em pequeno núcleo de moradores formado junto a estrada, no centro da atual Av. Brasil e que para não confundir-se com outro Passo Fundo situado pouco aquém do local em que posteriormente surgiu a Vila de Lagoa Vermelha, era chamado Passo Fundo de Missões.

 

  PINHAL DA SERRA

 

A origem do nome do povoado que resultou no município de Pinhal da Serra, remonta ao início do século, quando ainda pertencíamos ao município de Vacaria. O primeiro nome: São José dos Tocos, este nome teve como causa, o desmatamento feito para limpar a área onde deveria ser formado o povoado.

 

Em 1920, os moradores do então São José dos tocos, juntamente com os moradores da Serra dos Gregórios, se uniram para construir uma capela em honra a São José.

Em Razão da construção da capela para São José, do desaparecimento dos tocos e da existência de grande quantidade de pinheiros nesta área, o povoado passou a ser chamado de São José dos Pinhais.

  SANANDUVA

 

O Município de Sananduva, sob o aspecto fisiográfico, localiza-se na Região Nordeste do Estado, do Rio Grande do Sul, Campos de Cima da Serra. Sua povoação teve inicio no ano de l 90l e pertenceu, até a sua emancipação, ao Município de Lagoa Vermelha como 4º distrito. Foi criado no ano de l 954 pela Lei Estadual nº 2521, de 15 de dezembro e a instalação oficial ocorreu no dia 28 de fevereiro do ano seguinte. O nome originou-se de uma árvore também conhecida como corticeira e que na época do surgimento do Município era abundante na região.

  SÃO JOSÉ DOS AUSENTES

 

Desde 1727, os jesuítas, juntamente com os índios Tape (guarani) levantaram uma cruz, registro de um domínio na Vacaria dos Pinhais. Quando faleceram os grandes posseiros destas terras, foram os campos arrematados, em "Juizo de Ausentes", pelo capitão Antônio da Costa Ribeiro, no ano de 1764, já proprietário da fazenda São Gonzalo, entre aparados da Serra Geral e as nascentes do rio das Antas, quando faleceu e sem ter descendentes, foram novamente os mesmos campos colocados em "praça dos ausentes" e arrematados em 1787 pelo padre Bernardo Lopes da Silva, o tenente José Pereira da Silva e Manoel José Leão, que repassam em 1789 ao povoador Antônio Manoel Velho que a denominou Fazenda Santo Antônio dos Ausentes.

  SÃO JOÃO DA URTIGA

 

Em meados de 1902, estabeleceram-se em São João da Urtiga, os primeiros moradores, sendo a maioria descendentes de Italianos, vindos dos Municípios de Antônio Prado, Veranópolis, Flores da Cunha, Garilbaldi e Caxias do Sul. Posteriormente vieram algumas famílias de Poloneses. A origem do nome do município prende-se ao fato de um indicativo de terra fértil que era a mata, de onde sobressaiu-se a "URTIGA DIÓICA" o Urtigão.

  SÃO MARCOS

 

A denominação foi desde o início "São Marcos", sendo este, o Padroeiro local. Em 1883, foi iniciado o povoamento do atual município de São Marcos, com o mesmo povoamento da região de Caxias do Sul. As primeiras migrações foram de poloneses, depois de italianos.

  VACARIA

 

Vacaria é a terra da maçã e da fidelidade às tradições gaúchas, representadas pelo grande Rodeio Internacional. Mas o símbolo com maior valor histórico e cultural é a Catedral Diocesana Nossa Senhora da Oliveira. A construção, do início do século XX, é considerada uma obra de arte no Estado do Rio Grande do Sul, pela sua riqueza de detalhes no estilo barroco. 

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