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24-08 PP FIRMA POSIÇÃO CONTRÁRIA AO DESARMAMENTO

Partido vai elaborar cartilha e fazer campanha para defender o direito do cidadão de bem se defender e defender sua família.

    

Partido vai elaborar cartilha e fazer campanha para defender o direito do cidadão de bem se defender e defender sua família.

A Executiva Estadual do PP decidiu hoje à tarde, por unanimidade, em reunião extraordinária realizada na sede do partido, posicionar-se a favor do NÃO no referendo que tratará do desarmamento no Brasil. A partir da decisão, o PP gaúcho trata de elaborar uma cartilha que será distribuída para os seus parlamentares e lideranças a fim de que elas multipliquem as informações para toda a sociedade gaúcha, através de encontros e reuniões locais e regionais. A tomada de posição do Partido Progressista sobre o tema desarmamento é a primeira manifestação oficial de um partido gaúcho sobre o tema.

Para o sub-relator da CPI do tráfego de armas, deputado federal Francisco Appio (PP), a discussão pública de um assunto da importância do desarmamento ou não os brasileiros é a oportunidade para que sejam esclarecidas dúvidas que hoje inquietam a maioria da população. “As pessoas estão confusas, dizendo SIM quando querem dizer NÃO e NÃO quando querem dizer SIM”, afirmou Appio. O presidente da Fundação Tarso Dutra, entidade ligada ao diretório estadual do PP, o fato do partido ter tomado posição contrária ao desarmamento “não significa que o PP seja contra a retirada das armas das mãos dos bandidos e sim que é a favor do legítimo direito do cidadão de bem proteger-se a si próprio e a sua família”.

INSS, hoje sediada no Rio Grande do Sul, seja transferida para outro estado. A exemplo da realização de amplo debate sobre o desarmamento, outro tema que será amplamente discutido em encontros e seminários será a reforma política. A Executiva entretanto, já se manifestou a favor da inclusão, no projeto da reforma, a questão da fidelidade partidária. “Trata-se de uma medida moralizadora, necessária, principalmente no atuam momento de crise política e partidária por que passa o país”, declarou o ex-presidente do diretório estadual do PP, Celso Bernardi. Decidiu, também, a necessidade de revisão da cláusula de barreira, através de lei complementar; ser contra a proposta de lista fechada, contra a doação de recursos via sindicatos e ainda contra o financiamento publico exclusivo.

A última decisão tomada pela Executiva, também por unanimidade, foi a de tentar impedir que a superintendência regional do INSS saia do Rio Grande do Sul e vá para outro estado.

crédito: Por assessoria de imprensa do PP

 

 

 
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